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O site partiu de uma iniciativa particular de Fabio Roberto, Trollerio e fã da marca, nosso site tem objetivo de facilitar a manutenção do seu Troller, reunindo em um só lugar tudo sobre o Troller e seus componentes além de matérias com  dicas de manutenção.  

Algumas marcas que aparecem em nosso site são amigos que apoiaram a iniciativa e contribuem com conteúdo ou respondendo questionamentos e dúvidas diariamente.

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Entre o final de 2013 e o início de 2014, realizamos uma expedição que durou 32 dias. 

Rodamos 15.084 km, quando partimos do Rio de Janeiro e seguimos até Ushuaia, na Patagônia Argentina, e retornamos ao Rio de Janeiro.

Desde então, não conseguimos mais conciliar as férias escolares dos nossos filhos com as nossas e o tempo foi passando. Com isso, a vontade de realizar outra expedição desse tipo só aumentou.

Diante dessa situação, decidimos ir mesmo sem as crianças para um lugar mais perto, porém, sem abrir mão do espírito de aventura e do contato com a natureza.

Destino definido, datas estabelecidas, planejamento realizado, aí foi só por tudo em prática e curtir a expedição.

Como nessa expedição viajamos somente dentro do Brasil, os documentos necessários foram:

- Identidade;
- Habilitação válida;
- Carteira do plano de saúde.

Além dos documentos obrigatórios, levamos:

- Remédios de uso contínuo;
- Remédios para gripe, febre, diarreia, dor de cabeça, descongestionante etc.;
- Colírio;
- Repelente;
- Óculos de sol;
- Filtro solar;
- Hidratante;
- Papel higiênico;
- Chapéu e boné;
- Bandeira do Fluminense para as fotos.

O Ministério da Saúde recomenda a vacina da Febre Amarela para frequentadores e residentes de região de mata, logo, por segurança é importante prestar atenção para esse aviso.

O Carro - Cuidados e dicas importantes:

 

Dessa vez, nosso Troller é um modelo 3.2 2016, amarelo. Ele é o nosso companheiro atual e inseparável do dia a dia, trilhas, rallies, viagens e expedições.

Diferente da revisão feita no Troller, quanto realizamos a expedição Rio-Ushuaia, no final de 2013, dessa vez nossa atenção especial foi com a substituição das mangueiras do intercooler por outras mais resistentes, pois sabemos do histórico de rompimento desses mangotes devido a alta pressão gerada pela turbina do motor Duratorq 3.2L.

Além da revisão do veículo, a documentação e seguro, obviamente, devem estar em dia para evitar aborrecimentos na viagem.

 Itens importantes que não devem ser esquecidos:

- 1 Kit de primeiros socorros;
- 1 Cinta para reboque, corda ou cambão com manilhas para ancoragem;
- Adesivo para conter trincas no pára-brisa;
- Cópia da chave do carro;
- GPS atualizado com o mapa do Brasil;
- Carregador veicular para celular, GPS e outros dispositivos, com saída USB;
- Conjunto mínimo de ferramentas;
- Fita Silver tape;
- Arame;
- Fita hellerman;
- Galão extra de combustível (20L) para o caso de não achar diesel S10.

Os mapas para o GPS (Garmin) foram obtidos no site www.tracksource.org.br.

Roteiro e Hospedagem

Partimos no domingo, dia 30/10/2016, e, sem pressa, nos deslocamos até Paracatu (MG), distante 933 Km do Rio de Janeiro.

No dia 31/10/2016, rodamos mais 439 Km e chegamos em Alto Paraíso de Goiás (GO), cidade mística, conhecida pela fama de visualizar extra terrestres, onde iniciou realmente nossa diversão.

A partir daí, foram 12 dias de viagem rodando pelo interior do Brasil.

Abaixo, a relação de hotéis e pousadas que utilizamos em nossa expedição.

Dia 30/10/2016 - PARACATU (MG)
www.hotelparacatuplaza.com.br

Dia 31/10/2016 - ALTO PARAÍSO DE GOIAS (GO)
www.pousadacamelot.com.br

Dia 02/11/2016 - PONTE ALTA DO TOCANTINS (TO)
www.aguasdojalapao.com.br

Dia 03/11/2016 - MATEIROS (TO)
www.pousadasantahelenajalapao.com.br

Dia 06/11/2016 - SÃO JORGE (TO)
www.pousadacristaldaterra.com.br

Dia 09/11/2016 - PIRENOPOLIS (GO)
www.hotelpousadamandala.com.br

Dia 11/11/2016 - CONSELHEIRO LAFAIETE (MG)
www.minasplatinum.com

1º Dia - Deslocamento do Rio de Janeiro (RJ) até Paracatu (MG)

 

Tanque cheio, malas prontas, lanches preparados, tudo conferido e rechecado, partimos do Rio de Janeiro rumo a Paracatu-MG, distante 933 km, nossa primeira parada nessa expedição.

Marcus - Roberta 

A estrada (BR-040) está em ótimas condições e não enfrentamos trânsito, o que favoreceu muito o tempo de nossa viagem, principalmente no anel rodoviário que contorna Belo Horizonte, onde, normalmente, os pesados engarrafamentos são uma constante.

Ali, o problema foi a imensa quantidade de radares de 70 km/h que te obrigam a reduzir a velocidade a cada 500 metros. Se não tomar muito cuidado poderá retornar pra casa com um bloco de multas para pagar e uma centena de pontos na habilitação.

A quantidade de pedágios, com valor de R$ 4,80 também é significativa, porém, a estrada está duplicada em vários pontos e o apoio da Concessionária Via 040 aos motoristas estava presente e operacional, tanto nas bases quanto circulando pela rodovia.

Infelizmente, o mesmo não podemos falar do policiamento, pois diversas bases da PRF estavam fechadas ou abandonadas com diversas pichações.


Chegamos em Paracatu-MG por volta das 20:00h e ficamos hospedados no Paracatu Plaza Hotel, às margens da rodovia BR-040. Esse hotel, aparentemente, é novo e o valor da diária bem convidativa.

Nossa próxima parada é Alto Paraíso de Goiás - GO.

2 º Dia - Deslocamento de Paracatu (MG) até Alto Paraíso de Goiás (GO)

 

Partimos rumo a Alto Paraíso de Goiás - GO após uma merecida noite de descanso.

Novamente, a rodovia estava com um tráfego bem pequeno e não tivemos problema algum até sair da BR-040, para evitar passar por Brasília - DF, e entrar na GO-436. 

Aí, a brincadeira ficou diferente pois, devido ao grande número de "crateras" na via, a velocidade caiu para perto de 20 km/h.

Superada essa parte, a estrada voltou a ficar muito boa e retomamos o ritmo da viagem com segurança.

Chegamos em Alto Paraíso de Goiás por volta das 15:00h.

A cidade é conhecida, além de suas belezas naturais, pelo contato com discos voadores. Até o pórtico de entrada da cidade faz referência eles.

Ficamos hospedados na pousada Camelot, uma espécie de hotel com decoração medieval bastante confortável.

A cidade de Alto Paraíso de Goiás mistura o presente e o passado. Ao mesmo tempo que existe, por exemplo, uma loja de vinho super moderna e muito bem projetada internamente, com luzes e móveis estilizados, temos também lojas que vendem cristais e supermercados que ficaram paradas no tempo.

Aqui, para quem gosta da curtir a natureza é o lugar certo. Exitem várias cachoeiras e parques para explorar.

Para aproveitar o resto do dia, assim que guardamos a bagagem no chalé, fomos conhecer o Vale da Lua. A entrada no local custa R$10,00 por pessoa.

O Vale da Lua é uma sequência de corredeiras e estruturas tipo caldeirões presentes ao longo do leito do Ribeirão São Miguel, um afluente do rio Tocantizinho.

A imagem impressiona pela beleza natural e, além de proporcionar piscinas naturais aos visitantes, também fornece um belo cenário para fotos.

3º Dia - Alto Paraíso de Goiás (GO)

 

O dia amanheceu nublado e ventando, o que não favorecia a ida às cachoeiras logo pela manhã. Então, optamos por andar a pé pela cidade e comprar algumas lembranças para a família. 

 

Aqui, o forte é o cristal e não faltam lojas vendendo todo tipo de pedra, apesar delas não serem extraídas nessa região.

 

Elas chegam de outras cidades tipo Cristalina - GO, onde a extração é permitida.

 

Porém, estar em Alto Paraíso de Goiás e não ir nas cachoeiras é como visitar o Rio de Janeiro e não conhecer o Cristo Redentor.

 

O tempo começou a esquentar e depois das compras, pegamos nosso jipe e fomos conhecer as cachoeiras de São Bento e Almécegas II (exitem a I, II e III).

 

Como esses lugares normalmente estão dentro de propriedades particulares, sempre é cobrada uma taxa para poder ter acesso a esses locais.

 

O preço para ir só na cachoeira de São Bento é R$ 10,00 por pessoa. Para ir na cachoeira de São Bento e Almécegas I, II e III é R$ 30,00 por pessoa. Nada exorbitante.

Um banho de cachoeira para reenergizar o corpo todos deveriam experimentar, pelo menos uma vez na vida !

 

A essa altura a fome já estava forte. Fomos almoçar no Rancho do Waldomiro, (estrada GO-239 - aproximadamente 10km da cidade), um restaurante bem rústico e que serve uma comida diferente e típica do local: a Matula. Além de uma cerveja geladíssima. RECOMENDO !!!!!

Fechamos o dia assim.

CONTINUA....... 

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