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O site partiu de uma iniciativa particular de Fabio Roberto, Trollerio e fã da marca, nosso site tem objetivo de facilitar a manutenção do seu Troller, reunindo em um só lugar tudo sobre o Troller e seus componentes além de matérias com  dicas de manutenção.  

Algumas marcas que aparecem em nosso site são amigos que apoiaram a iniciativa e contribuem com conteúdo ou respondendo questionamentos e dúvidas diariamente.

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No trajeto, pegamos um pequeno desvio e descemos até a beira de um rio para fazer um picnic. 

Cada um colaborou com algo para o lanche, que ia do vinho ao pão com atum.

A tampa da pick-up, coberta com uma toalha, serviu de mesa. Nada poderia ser mais original e adequado ao momento.

Todos saciados e sem fome, continuamos viajando pela Carretera Austral e apreciando a paisagem.
 

Dia 24 - Esquel

Saímos do Chile pela última vez.

 

De novo na aduana chilena para fazer os procedimentos de praxe e sair do Chile rumo a Argentina.

 

Dessa vez demos azar pois, minutos antes, havia chegado um ônibus lotado para ingressar no Chile e, a pedido dos oficiais chilenos, tivemos que esperar todos serem atendidos para só então sermos liberados.

 

Mais alguns quilômetros e chegamos na fronteira da Argentina. 

 

Nessa divisa, como em todos os lugares que passamos naquele país, percebemos a existência de placas com a inscrição "Las Malvinas son Argentinas".

Chegamos em Esquel à noite para outro pernoite e fomos jantar numa pizzaria com mágica. Nesse restaurante, havia um mágico que circulava de mesa em mesa e fazia truques incríveis.

 

Esquel é uma cidade turística e possui modernos hotéis, cassinos e restaurantes. 

Suas principais atrações são o Parque Nacional Los Alerces e a estação de esqui La Hoya.

 

Infelizmente não conhecemos nada nessa cidade, pois chegamos apenas para dormir e partir no dia seguinte.

Dia 25 - Bariloche e San Martin de Los Andes

Depois de ter sido bastante prejudicada pelas cinzas do vulcão chileno Puyehue, em 2011, Bariloche perdeu muito do seu brilho e San Martin de Los Andes passou a chamar a atenção dos turistas.

 

Mesmo assim, a cidade vem se recuperando e nós não poderíamos deixar de visitá-la nessa expedição.

 

Assim que chegamos, fomos ao Cerro Campanario para ver, do alto, os lagos e as montanhas que cercam a cidade de Bariloche.

 

Para chegar ao mirante utilizamos um teleférico. Todavia, algumas pessoas preferem subir à pé.

 

Na subida, que passa por dentro de uma mata, observamos que algumas plantas possuem placas informado sua espécie.

Saímos de Bariloche após o almoço e, no caminho, passamos por Villa La Angostura, uma pequena cidade turística há 27 Km da fronteira com o Chile, onde começa o caminho dos 7 Lagos e está localizada a estação de esqui Cerro Bayo.

 

Terminamos o dia chegando em San Martin de Los Andes, outra cidade turística que, no verão, oferece praias nos lagos e esportes náuticos enquanto que, no inverno, esqui em Cerro Chapelco.

Dia 26 - San Martin de Los Andes

Hoje foi um dia para descansar e passear pela cidade.

 

San Martin de Los Andes está localizada na Cordilheira dos Andes, a pouco menos de 200 Km de Bariloche e a beira do lago Lácar.

 

Para se chegar aqui, a partir de Bariloche, temos três rotas sendo a Rota dos Sete Lagos, passando por Villa La Angostura, a mais famosa e utilizada.

 

Andar a pé nesta Cidade, além de ser um bom programa, é ideal para conhecer seus bons restaurantes e a arquitetura das casas.

 

Não há sinais de trânsito em San Martin de Los Andes e percebi, em diversos lugares comerciais, comunicados fixados pela prefeitura fazendo referência a essa característica local.


Outra curiosidade é um decreto que determina que toda construção seja erguida com pelo menos 30% de pedras e madeiras da região e não podem ultrapassar 4 andares.

Dia 27 - Villa El Chocón e Neuquén

Nossa viagem já estava chegando ao fim, mas ainda havia uma última surpresa para as crianças.


 

No caminho para Neuquén, paramos em Villa El Chocón para conhecer o Museo Paleontológico Ernesto Bachmann, onde há diversos fósseis de dinossauros descobertos naquela região.

Nesse museu é possível ver o esqueleto de um dos maiores dinossauros carnívoros do mundo, o Giganotosauro Carolini, que, a exemplo dos demais fósseis, também foi descoberto bem perto dali. 

Terminamos o dia chegando em Neuquén para mais um pernoite. 

Nesse lugar não há atrações turísticas, porém, em seus arredores, os amantes de vinho podem conferir as bodegas e vinícolas além de comprar a bebida por preços bem baratos.

Dia 28 - Santa Rosa

Saímos de Neuquén com destino a Santa Rosa.

 

No caminho, passamos por diversos locais à beira da rodovia que vendem frutas e resolvemos parar para comprar algumas maçãs e pêssegos para ir comendo na viagem.

 

O detalhe é que cada maçã tinha o tamanho de um melão, de tão grande.

 

Atrás das barracas, existem várias árvores frutíferas abarrotadas de frutas. As pessoas podem colher aquelas que desejarem e pagar diretamente ao vendedor dentro da banca.

Ao final do dia, chegamos novamente no hotel La Campina, onde ficamos hospedados no início da expedição. 

Com o sol ainda forte, fomos direto aproveitar a piscina.

Apesar de evitarmos falar sobre isso, a cada minuto que passava ficava mais claro para todos nós que o fim dessa incrível aventura estava se aproximando.


Restava apenas aproveitar ao máximo cada minuto que ainda tínhamos com os amigos e começar a preparar o espírito para encarar o retorno à rotina de trabalho e escola.

Faltando 2 dias para o grupo se dispersar, as histórias quase não existem mais e se limitam a pontuar pequenos detalhes desse nosso caminho de volta. 

Dia 29 - Santa Fé

Logo que saímos de Santa Rosa, passamos por imensas plantações de girassóis que somem no horizonte em ambos os lados da estrada. 

Seguimos direto para nosso último destino na Argentina, a cidade de Santa Fé. 

 

Fizemos uma viagem tranquila e, como comentado em nossa última postagem, não temos muito mais o que falar, apenas que a brincadeira está chegando ao fim.

 

O assunto dentro do Trovão Azul tem sido sempre o mesmo: qual e quando será a próxima expedição. Atacama ? Machu Picchu ?

 

Curtimos o por do sol no terraço do hotel e encerramos o dia nos preparando para as compras na zona franca de Rivera, no Uruguai.

Dia 30 - Rivera

A atmosfera que pairava no café da manhã era bem diferente de todos os outros dias. O espírito da viagem havia mudado completamente. 

 

Todos passamos de aventureiros expedicionários para consumidores em busca de produtos importados com preços baixos.

 

O combinado foi sair do hotel o mais cedo possível, não almoçar e chegar em Rivera, no Uruguai, o quanto antes para aproveitar a zona franca e fazer compras antes de entrar no Brasil.

 

Os procedimentos na fronteira da Argentina com o Uruguai foram os de sempre.

 

Preocupados em não entregar de graça aos oficiais do Uruguai as últimas frutas que sobraram, descartamos tudo antes de passar na fiscalização e, só para contrariar, ninguém perguntou nada sobre alimentos dentro do carro. 

O tempo mudou da água para o vinho, ou melhor, do vinho para a água, pois quanto mais próximo do Uruguai mais carregadas ficavam as nuvens no céu.

 

Aqueles dias ensolarados acabaram e a chuva caiu de verdade para lavar alma e toda a sujeira da viagem que estava acumulada nos carros.

 

No caminho, passamos por um pedágio e não tínhamos nem um centavo de dinheiro uruguaio. Felizmente, o pagamento pôde ser feito com peso argentino.

 

A chuva dificultou a vida de muita gente, inclusive de uma carreta carregada de malancias que ficou atravessada na estrada.

A policia estava desviando todo o tráfego mas, como estávamos com carros 4X4, passamos pelo mato à beira da estrada e seguimos rumo às compras.

 

Assim que chegamos em Rivera, fomos logo na alfandega uruguaia e já fizemos todos os procedimentos de saída daquele país. Passaportes carimbados e veículo liberado.

 

A divisa com o Brasil é seca, definida apenas por uma avenida. De um lado é Uruguai e do outro é o Brasil. 

 

Enfim, vamos às compras !

 

O Sineriz Free Shopping foi o paraíso que faltava. Lá tem de tudo. Roupas, sapatos, bebidas, eletrônicos, decoração, camping, pesca etc.

Todos foram agraciados com algo de seu interesse. As crianças não se continham dentro de si, pois, passar um mês viajando e ainda por cima ganhar presentes bacanas no final não tem preço.

 

Fechamos com chave de ouro a expedição.

 

Saímos do shopping e fomos direto para o hotel, onde estava marcado o jantar de despedida do grupo.

A hora da despedida chegou. Todos se abraçaram e celebraram o encerramento da expedição, que superou todas as expectativas.

 

Tudo o que vivenciamos nesses dias ficará na memória para sempre. Foi uma experiência incrível para os adultos e, principalmente, para as crianças que curtiram cada momento dessa viagem e retornam abarrotadas de histórias para contar. 

 

O Casal Rogério e Silvia, organizadores da expedição, sempre disponíveis para ajudar a qualquer um que necessitasse, são pessoas merecedoras de nosso respeito e admiração. 

Assim, encerramos a Expedição 2013/2014 - Rio de janeiro a Ushuaia de Troller !

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